Segurança da informação

Continuidade de negócios e recuperação de desastres

Agir de forma coerente e eficaz diante de eventos imprevistos que afetam a operação normal do negócio não se improvisa: se desenha, se documenta e —sobretudo— se testa.

Duração típica
3 a 6 meses
Entregáveis
BIA · BCP · DRP · relatório de testes
Marco
ISO/IEC 27001 A.5.29–A.5.30 · ISO 22301
Inclui
Teste documentado dos planos

Objetivo e escopo

Estabelecemos as necessidades de redundância de equipamentos e recursos, desenvolvemos a análise de impacto no negócio dos incidentes graves que derrubam serviços e elaboramos o plano de continuidade de negócios (BCP) e o plano de recuperação de desastres (DRP). O trabalho se encerra com testes reais de ambos os planos: um plano não testado é uma hipótese, não um controle.


As fases do projeto

Fase 1

Análise de impacto no negócio (BIA)

Identificamos processos críticos, dependências e tempos máximos toleráveis de interrupção, e determinamos os objetivos de recuperação (RTO e RPO) acordados com as áreas de negócio.

Fase 2

Estratégias de continuidade

Avaliamos alternativas de redundância, backup, sites alternativos e acordos com terceiros, contrastando o custo de cada estratégia com o impacto que ela evita.

Fase 3

Desenho dos planos

Documentamos o BCP e o DRP: papéis e responsabilidades, critérios de acionamento, procedimentos de recuperação, árvore de comunicação e protocolos de crise.

Fase 4

Testes e melhoria

Executamos testes —de mesa, de restauração ou de failover— documentamos os resultados e ajustamos os planos com as lições aprendidas.


O que inclui a implantação

  • Inventário de processos críticos
  • Análise de impacto no negócio (BIA)
  • Definição de RTO e RPO por processo
  • Estratégias de continuidade e redundância
  • Plano de continuidade de negócios (BCP)
  • Plano de recuperação de desastres (DRP)
  • Árvore de comunicação e gestão de crise
  • Testes de restauração documentados

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre BCP e DRP?

O BCP responde a como o negócio segue operando durante a interrupção, incluindo as alternativas manuais. O DRP é mais restrito: como a infraestrutura e os sistemas são recuperados. O DRP é parte do BCP, não um sinônimo.

Basta ter backups?

Não. Um backup cuja restauração nunca foi testada não é um controle de continuidade. O teste de restauração —com tempos medidos contra o RTO comprometido— é o que transforma o backup em uma capacidade real.

É possível fazer sem implantar um SGSI inteiro?

Sim. É um projeto autônomo, ainda que se encaixe naturalmente como parte do SGSI se mais adiante a implantação da ISO/IEC 27001 for encarada.

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