Objetivos
Estabelecer as principais lacunas de segurança da informação e definir, junto com a organização, as prioridades, os recursos e a forma de trabalho para fechá-las.
Indústria e varejo
Auditorias de diagnóstico e planos de segurança da informação em empresas de manufatura e comércio, onde o ponto de partida não é certificar, mas saber onde se está.
Problema
Em manufatura e comércio, a segurança da informação costuma ter crescido de forma reativa: resolveu-se o que falhou. Ninguém tem uma visão consolidada da exposição, e as decisões de investimento são tomadas com base em percepções, e não em evidência.
Solução
Auditoria de diagnóstico sobre gestão e tecnologia, análise de vulnerabilidades de alto nível e elaboração de um plano de segurança priorizado, com ações imediatas separadas das de médio prazo.
Resultado
A direção obtém uma fotografia objetiva da sua exposição e um plano com ordem de execução, custos estimados e responsáveis, em vez de uma lista de recomendações genéricas.
A indústria e o varejo compartilham dois traços que mudam a análise: a continuidade operacional pesa mais que a confidencialidade —uma planta parada ou um caixa que não fatura têm custo imediato— e a superfície inclui tecnologia de operação além dos sistemas de gestão. Uma abordagem desenhada para uma organização de serviços se aplica mal nesse contexto.
Objetivos
Estabelecer as principais lacunas de segurança da informação e definir, junto com a organização, as prioridades, os recursos e a forma de trabalho para fechá-las.
Abordagem
Levantamento de gestão e técnico sobre os processos que sustentam a operação, análise de vulnerabilidades de alto nível sobre a superfície exposta e uma leitura de riscos que pondera a continuidade no mesmo nível da confidencialidade. O resultado é entregue priorizado pela relação entre risco mitigado e esforço requerido, para que a organização possa começar pelo que mais move o ponteiro.
Resultados
Planos de segurança executáveis, com ações imediatas identificadas e separadas do trabalho de fundo. Várias dessas organizações seguiram depois para um sistema de gestão completo; outras executaram o plano com recursos próprios, o que também é um resultado válido.
Nem toda organização precisa certificar. Todas precisam saber onde estão. Um diagnóstico honesto vale mais que um projeto de certificação iniciado sem convicção.
Salvo se houver uma exigência contratual com prazo, convém diagnosticar primeiro. A auditoria de diagnóstico custa uma fração de um projeto de certificação, mede a distância real até a norma e permite decidir com dados se o certificado justifica o investimento ou se basta executar o plano de melhoria.
Um levantamento de gestão —políticas, papéis, processos, gestão de terceiros, continuidade— e outro técnico, com análise de vulnerabilidades de alto nível sobre a superfície exposta. Encerra-se com um relatório que ordena as lacunas por risco e esforço, e com um conjunto de ações imediatas que a organização pode executar sem esperar pelo plano completo.
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